O estudante: sôfrego, sonolento, tomado pela preguiça matinal, com a rebeldia típica de quem é arrancado sem piedade dos braços de Morfeu, que, acordado para ir à escola - penoso, árduo martírio diário - pensa consigo "só mais cinco minutos"... sonha em poder cessar esse ciclo que se repete até que enfim seus cursos estejam completos. E se tudo isso pudesse ser feito no aconchego de sua própria casa? Sonho? Não, esse 'sonho' pode ser definido por uma palavra: e-learning. É o futuro da educação tradicional, é o conhecimento remoto transmitido pelo simples e fácil meio e-letrônico.
Sim, pois qualquer aprendiz nascido depois das gênesis da Apple, da IBM e da Microsoft, é um e-studante. Está redondamente e-nganado quem pensa que é só ter um e-mail e pronto, tem-se um diploma: "Um curso a distância só pode ser assim definido quando, além do conteúdo e planejamento de estudo, vem acompanhado de recursos interativos, que permitam a comunicação sistemática entre aluno e tutor", diz Giovanni Farias, do portal de e-learning WebAula, que oferece cursos on-line. Ou seja, tutoriais disponíveis na Internet, Cd's de apoio e afins, são considerados apenas estudos dirigidos. O estudante que se propõe a estudar à distância, tem que se adaptar ao perfil do método, que inclui muita disciplina, autodidatismo e força de vontade, já que a solidão talvez não seja uma grande fonte de motivação do aluno.
E o e-learning é um bolo que não pára de crescer. Sites especializados em discutir, oferecer cursos e analisar sua validade, não faltam. Segundo dados do International Data Corporation (IDC Group), o mercado do e-learning deve movimentar de US$ 6.6 bilhões em 2002, para US$ 23.7 bilhões em 2006. Importante não só economicamente, essa expansão rápida e avassaladora do e-learning, traz à luz toda uma reforma do ensino tradicional. As instituições de ensino,que conservadoras, recusam-se veementemente a aceitar um computador em sala de aula, estão fadadas à nostalgia dos arqueólogos que num passado distante, viam salas com quadros-negros cobertos com pó de giz.
Sim, pois qualquer aprendiz nascido depois das gênesis da Apple, da IBM e da Microsoft, é um e-studante. Está redondamente e-nganado quem pensa que é só ter um e-mail e pronto, tem-se um diploma: "Um curso a distância só pode ser assim definido quando, além do conteúdo e planejamento de estudo, vem acompanhado de recursos interativos, que permitam a comunicação sistemática entre aluno e tutor", diz Giovanni Farias, do portal de e-learning WebAula, que oferece cursos on-line. Ou seja, tutoriais disponíveis na Internet, Cd's de apoio e afins, são considerados apenas estudos dirigidos. O estudante que se propõe a estudar à distância, tem que se adaptar ao perfil do método, que inclui muita disciplina, autodidatismo e força de vontade, já que a solidão talvez não seja uma grande fonte de motivação do aluno.
E o e-learning é um bolo que não pára de crescer. Sites especializados em discutir, oferecer cursos e analisar sua validade, não faltam. Segundo dados do International Data Corporation (IDC Group), o mercado do e-learning deve movimentar de US$ 6.6 bilhões em 2002, para US$ 23.7 bilhões em 2006. Importante não só economicamente, essa expansão rápida e avassaladora do e-learning, traz à luz toda uma reforma do ensino tradicional. As instituições de ensino,que conservadoras, recusam-se veementemente a aceitar um computador em sala de aula, estão fadadas à nostalgia dos arqueólogos que num passado distante, viam salas com quadros-negros cobertos com pó de giz.